Conforpés para Todos: histórias de Anne, Milena e Renato
A série Conforpés para Todos, no YouTube, conta como Anne, Milena e Renato chegaram à prótese: a amputação, o encaixe, o treino e a rotina de cada um.
19 publicações sobre histórias no blog de Conforpés: Conforpés para Todos: histórias de Anne, Milena e Renato; Giovanna Cammargo: fêmur curto congênito e pró.
A série Conforpés para Todos, no YouTube, conta como Anne, Milena e Renato chegaram à prótese: a amputação, o encaixe, o treino e a rotina de cada um.
Giovanna Cammargo nasceu com fêmur curto congênito, usa prótese desde bebê e fez a amputação aos 20 anos. A história dela e os componentes que usa hoje.
Bettina nasceu com agenesia do pé esquerdo e anda com prótese desde 1 ano e 4 meses. Registro de 2022 sobre a rotina, a escola e a curiosidade das crianças.
Gabriela Rebeschini nasceu com malformação no braço, usa prótese desde os 12 anos, é servidora pública e corre meia maratona. Registro de 2022 da Conforpés.
Thaís Carvalho viveu anos com a tíbia fraturada, optou pela amputação transtibial em 2014 e, depois de próteses que feriam o coto, chegou à Conforpés.
Elayne Cardoso teve a perna amputada no fêmur após uma osteomielite. Como foi a adaptação à prótese com joelho C-Leg 4, a dor do neuroma e os ajustes.
A história do Matheus Henrique, que nasceu sem as pernas por malformação congênita e, aos 9 anos, estava na fase de adaptação às próteses com a família.
A história de Milena Nenemann, que perdeu membros inferiores e superiores aos 17 anos e hoje usa prótese transtibial bilateral e mão biônica no dia a dia.
Registro de 2021: Letícia Fabri teve os dois pés amputados após uma pneumonia bacteriana e chegou às próteses com uma campanha de lacres e o seu time.
Isabela Nucci, de Sorocaba, teve osteossarcoma aos 10 anos, passou pela amputação em 2019 e usava prótese três meses depois. Registro de janeiro de 2021.
Registro de maio de 2018: o nadador paralímpico Talisson Glock, atendido pela Conforpés, estreou na World Series do IPC em São Paulo, Itália e Inglaterra.
Maraísa Proença nasceu com malformação na perna esquerda, usa prótese de desarticulação de joelho e compete no levantamento de peso paralímpico.
Registro de 2017: o professor de Educação Física Cleuton Nunes teve as duas pernas amputadas acima do joelho e voltou ao esporte com próteses de coxa.
A história da Jéssica Araújo, que teve amputação transtibial aos 12 anos após um acidente, trocou a prótese do SUS e hoje estuda fisioterapia.
Marcela Mantovani usou muletas por 12 anos após a amputação transfemoral. Veja como foi o novo encaixe na Conforpés e o que mudou na rotina com a filha.
Registro de 2017: a nadadora Camille Rodrigues, com desarticulação de joelho, dançou no balé de Anitta no Prêmio Multishow com prótese de fibra de carbono.
A história da Maria Clara, que nasceu com malformação na perna esquerda, fez amputação transtibial e chegou à Conforpés em 2017 para a primeira prótese.
Camille Rodrigues nasceu com malformação congênita, tem desarticulação de joelho e nada pela seleção paralímpica. Registro de 2017 sobre ela e as próteses.
Registro de 2017: Marinaldo Txirótsi, Ashaninka do Acre, recebeu da Conforpés duas próteses transtibiais doadas, uma para o dia a dia e outra para a caça.