A fisioterapia é o fio condutor da reabilitação protética: da preparação do membro residual ao treino de marcha, ela devolve funcionalidade, autonomia e qualidade de vida a quem usa órteses e próteses.
A classificação correta do nível K é fundamental para determinar os componentes protéticos apropriados, otimizar resultados funcionais e maximizar independência e segurança do paciente.